10 setembro 2005

Resumo do livro "Nosso Lar"

Nosso Lar

"Guarde a experiência dele no livro d'alma. Ela diz bem alto que não basta a criatura apegar-se à existência humana, mas precisa saber aproveitá-la dignamente; que os passos do cristão, em qualquer escola religiosa, devem dirigir-se verdadeiramente ao Cristo, e que, em nosso campo doutrinário, precisamos, em verdade, do Espiritismo e do Espiritualismo, mas, muito mais, de Espiritualidade"

(prefácio de Nosso Lar, por Emmanuel)


"A vida não cessa. A vida é fonte eterna e a morte é o jogo escuro das ilusões. Permutar a roupagem física não decide o problema fundamental da iluminação, como a troca de vestidos nada tem que ver com as soluções profundas do destino e do ser.
É preciso muito esforço do homem para ingressar na academia do Evangelho do Cristo, ingresso que se verifica, quase sempre, de estranha maneira - ele só, na companhia do Mestre, efetuando o curso difícil, recebendo lições sem cátedras visíveis e ouvindo vastas dissertações sem palavras articuladas...
Manifestamo-nos, junto a vós outros, no anonimato que obedece à caridade fraternal. A existência humana apresenta grande maioria de vasos frágeis, que não podem conter ainda toda a verdade. Aliás, não nos interessaria, agora, senão a experiência profunda, com os seus valores coletivos. Não atormentaremos ninguém com a idéia da eternidade. Que os vasos se fortaleçam, em primeiro lugar. Forneceremos, somente, algumas ligeiras notícias ao espírito sequioso dos nossos irmãos na senda de realização espiritual, e que compreendem conosco que "o espírito sopra onde quer".

NAS ZONAS INFERIORES - Após o desencarne, André Luiz despertou em paisagem que, quando não totalmente escura, parecia banhada de luz alvacenta, como que amortalhada em neblina espessa, que os raios do Sol aquecessem de muito longe. Ele narra: "Cabelos eriçados, coração aos saltos, medo terrível senhoreando-me, muita vez gritei como louco, implorei piedade e clamei contra o doloroso desânimo que me subjugava o espírito... Formas diabólicas, rostos alvares, expressões animalescas surgiam, de quando em quando, agravando-me o assombro."
André Luiz conta que, entre angustiosas considerações, em momento algum o problema religioso surgiu tão profundo aos seus olhos. Os princípios puramente filosóficos, políticos e científicos figuravam-se extremamente secundários para a vida humana. Porém, semelhante análise surgia tardiamente. Conhecera as letras do Velho Testamento e muita vez folheara o Evangelho; entretanto era forçoso reconhecer que nunca procurara as letras sagradas com a luz do coração.
- "Suicida! Suicida! Criminoso! Infame!" - gritos assim cercavam-no de todos os lados. Torturava-o a fome, a sede o escaldava. Comezinhos fenômenos da experiência material patenteavam-se aos seus olhos. A barba crescera, a roupa começara a romper-se.
- "Que buscas, infeliz? Aonde vias, suicida?" Tais objurgatórias, incessantemente repetidas, perturbavam-lhe o coração. Por que a pecha de suicida, se fora compelido a abandonar a casa, a família e o doce convívio dos seus?

O SOCORRO - E quando as energias faltaram de todo, quando André se sentiu absolutamente colado ao lodo da Terra, sem forças para reerguer-se, ele pediu ao Supremo Autor da Natureza que lhe estendesse mãos paternais. Quanto tempo durou a rogativa? Quantas horas consagrou à súplica, de mãos postas, imitando a criança aflita? Estaria então completamente esquecido? Não era, igualmente, filho de Deus, embora não cogitasse de conhecer-lhe a atividade sublime quando engolfado nas vaidades da experiência humana? Ah, é preciso haver sofrido muito, para entender todas as misteriosas belezas da oração; é necessário haver conhecido o remorso, a humilhação, a extrema desventura, para tomar com eficácia o sublime elixir de esperança.
Foi nesse instante que as neblinas espessas se dissiparam e alguém surgiu, emissário dos Céus. Um velhinho simpáticos sorriu-lhe paternalmente. Com os grandes olhos lúcidos, falou:
- "Coragem, meu filho! O Senhor não desampara."
Após ver André devidamente socorrido por seus dois ajudantes, esclareceu:
- "Vamos sem demora. Preciso atingir "Nosso Lar" com a presteza possível."

EM NOSSO LAR - Frente à grande porta encravada em altos muros, coberto de trepadeiras floridas e graciosas, Clarêncio se deteve e, tateando um ponto na muralha, fez abrir-se as portas de "Nosso Lar".
Conta André Luiz: "Branda claridade inundava ali todas as coisas. Ao longe, gracioso foco de luz dava a idéia de um pôr do sol em tardes primaveris. À medida que avançávamos, conseguia identificar preciosas construções, situadas em extensos jardins."
Conduzido a confortável aposento de amplas proporções, ricamente mobiliado, esforçou-se por dirigir a palavra aos dois bondosos enfermeiros:
- "Amigos, por quem sois, explicai-me em que novo mundo me encontro... De que estrela me vem, agora, esta luz confortadora e brilhante?"
Um deles afagou s fronte de André, como se fora conhecido pessoal de longo tempo e acentuou:
- "Estamos nas esfera espirituais vizinhas da Terra, e o Sol que nos ilumina, neste momento, é o mesmo que nos vivifica o corpo físico. Aqui, entretanto, nossa percepção visual é muito mais rica. A estrela que o Senhor acendeu para os nossos trabalhos terrestres é mais preciosa é bela que a supomos quando no círculo carnal. Nosso Sol é a divina matriz da vida, e a claridade que irradia provém do Autor da Criação."

O MÉDICO ESPIRITUAL - No dia imediato, após profundo e reparador repouso, André vê abrir-se a porta do quarto e entrar Clarêncio (o simpático velhinho que o socorrera), acompanhado por um simpático desconhecido. Sorridente, apresentou o companheiro: tratava-se de Henrique de Luna, do serviço de Assistência Médica da colônia espiritual.. Trajado de branco, traços fisonômicos irradiando enorme simpatia, Henrique auscultou-o demoradamente, sorriu e explicou:
- "É de lamentar que tenha vindo pelo suicídio."
Singular assomo de revolta borbulhou no íntimo de André Luiz:
- "Creio haja engano - asseverou melindrado -, meu regresso do mundo não teve esta causa. Lutei mais de quarenta dias, na Casa de Saúde, tentando vencer a morte. Sofri duas operações graves, devido a oclusão intestinal..."
- "Sim, esclareceu o médico, demonstrando a mesma serenidade superior -, mas a oclusão radicava-se em causas profundas. Talvez o amigo não tenha ponderado bastante. O organismo espiritual apresenta em si mesmo a história completa das ações praticadas no mundo."
Prossegue André: "Talvez que, visitado por figuras diabólicas a me torturarem, de tridente nas mãos, encontrasse forças para tornar a derrota menos amarga. Todavia, a bondade exuberante de Clarêncio, a inflexão de ternura do médico, a calma fraternal do enfermeiro, penetravam-me fundo o espírito. Não me dilacerava o desejo de reação; doía-me a vergonha."

LÍSIAS - "É você o tutelado de Clarêncio?" A pergunta vinha de um jovem de singular e doce expressão.
"Sou Lísias, seu irmão. Meu diretor, o assistente Henrique de Luna, designou-me para servi-lo, enquanto precisar tratamento."
Lisias foi o prestimoso enfermeiro e amigo de André em seus primeiros tempos de Nosso Lar.


OS MINISTÉRIOS - Narra André: "Decorridas algumas semanas de tratamento ativo, saí, pela primeira vez, em companhia de Lísias.
Impressionou-me o espetáculo das ruas. Vastas avenidas, enfeitadas de árvores frondosas. Ar puro, atmosfera de profunda tranqüilidade espiritual. Não havia, porém, qualquer sinal de inércia ou de ociosidade, porque as vias públicas estavam repletas. Entidades numerosas iam e vinham. Algumas pareciam situar a mente em lugares distantes, mas outras dirigiam-me olhares acolhedores. Incumbia-se o companheiro de orientar-me em face das surpresas que surgiam ininterruptas. Percebendo-me as íntimas conjeturas, esclareceu solícito:
- Estamos no local do Ministério do Auxílio. Tudo o que vemos, edifícios, casas residenciais, representa instituições e abrigos adequados à tarefa de nossa jurisdição. Orientadores, operários e outros serviçais da missão residem aqui. Nesta zona, atende-se a doentes, ouvem-se rogativas, selecionam-se preces, preparam-se reencarnações terrenas, organizam-se turmas de socorro aos habitantes do Umbral, ou aos que choram na Terra, estudam-se soluções para todos os processos que se prendem ao sofrimento.
- Há, então, em "Nosso Lar", um Ministério do Auxílio? - perguntei?
- Como não? Nossos serviços são distribuídos numa organização que se aperfeiçoa dia a dia, sob a orientação dos que nos presidem os destinos.
Fixando em mim os olhos muitos lúcidos, prosseguiu:
- Não tem visto, nos atos da prece, nosso Governador Espiritual, cercado de setenta e dois colaboradores? Pois são os Ministros de "Nosso Lar". A colônia, que é essencialmente de trabalho e realização, divide-se em seis Ministérios, orientados, cada qual, por doze Ministros. Temos os Ministérios da REGENERAÇÃO, do AUXÍLIO, da COMUNICAÇÃO, do ESCLARECIMENTO, da ELEVAÇÃO e da UNIÃO DIVINA. Os quatro primeiros nos aproximam das esferas terrestres, os dois últimos nos ligam ao plano superior, visto que a nossa cidade espiritual é zona de transição. Os serviços mais grosseiros localizam-se no ministério da Regeneração, os mais sublime no da União Divina. Clarêncio, nosso chefe amigo, é um dos Ministros do Auxílio.
Valendo-me da pausa natural, exclamei, comovido:
- Oh! nunca imaginei a possibilidade de organizações tão completas, depois da morte do corpo físico!...
- Sim - esclareceu Lísias -, o véu da ilusão é muito denso nos círculos carnais. O homem vulgar ignora que toda manifestação de ordem, no mundo, procede do plano superior. A natureza agreste transforma-se em jardim, quando orientada pela mente do homem, e o pensamento humano, selvagem na criatura primitiva, transforma-se em potencial criador, quando inspirado pelas mentes que funcionam nas esferas mais altas. Nenhuma organização útil se materializa na crosta terrestre, sem que seus raios iniciais partam de cima.
- Mas "Nosso Lar" terá igualmente uma história, como as grandes cidades planetárias?
- Sem dúvida. Os planos vizinhos da esfera terráquea possuem, igualmente, natureza específica. "Nosso Lar" é antiga fundação de portugueses distintos, desencarnados no Brasil, no século XVI. A princípio, enorme e exaustiva foi a luta, segundo consta em nossos arquivos no Ministério do Esclarecimento. Há substâncias ásperas nas zonas invisíveis à Terra, tal como nas regiões que se caracterizam pela matéria grosseira. Aqui também existem enormes extensões de potencial inferior, como há, no planeta, grandes tratos de natureza rude e incivilizada. Os trabalhos primordiais foram desanimadores, mesmo para os espíritos fortes. Onde se congregam hoje vibrações delicadas e nobres, edifícios de fino lavor, misturavam-se as notas primitivas dos silvículas do país e as construções infantis de suas mentes rudimentares. Os fundadores não desanimaram, porém. Prosseguiram na obra, copiando o esforço dos europeus que chegavam à esfera material, apenas com a diferença de que, por lá, se empregava a violência, a guerra, a escravidão, e, aqui, o serviço perseverante, a solidariedade fraterna, o amor espiritual.
A essa altura, antingíramos uma praça de maravilhosos contornos, ostentando extensos jardins. No centro da praça, erguia-se um palácio de magnificente beleza, encabeçado de torres soberanas, que se perdiam no céu.
- Os fundadores da Colônia começaram o esforço, partindo daqui, onde se localiza a GOVERNADORIA - disse o visitador.
Apontando o palácio, continuou:
- Temos, nesta praça, o ponto de convergência dos seis ministérios a que me referi. Todos começam da Governadoria, estendo-se em forma triangular.
E, respeitoso, comentou:
- Ali vive o nosso abnegado orientador. Nos trabalhos administrativos, utiliza ele a colaboração de três mil funcionários; entretanto, é ele o trabalhador mais infatigável e o mais fiel que todos nós reunidos. Os Ministros costumam excursionar noutras esferas, renovando energias e valorizando conhecimentos; nós outros gozamos entretenimentos habituais, mas o Governador nunca dispõe de tempo para isso. Faz questão que descansemos, obriga-nos a férias periódicas, ao passo que, ele mesmo, quase nunca repousa, mesmo no que concerne às horas de sono. Parece-me que a glória dele é o serviço perene. Basta lembrar que estou aqui há quarenta anos e, com exceção das assembléias referentes às preces coletivas, raramente o tenho visto em festividades públicas. Se pensamento, porém, abrange todos os círculos de serviço, sua assistência carinhosa a tudo e a todos atinge.
Depois de longa pausa, o enfermeiro amigo acentuou:
- Não faz muito, comemorou-se o 114o. aniversários da sua magnânima direção.
Calara-se Lísias, evidenciando comovida reverência, enquanto eu a seu lado contemplava, respeitoso e embevecido, as torres maravilhosas que pareciam cindir o firmamento...

NA CASA DE LÍSIAS - Findo o tratamento, e recebendo alta do parque hospitalar onde se encontrava, com alegria recebeu o convite de Lísias para morar em sua casa. Lá, André conhece a mãe de Lísias, a senhora Laura, pessoa generosa e esclarecida, e que muito o auxiliaria na compreensão dos enigmas com os quais viria a se confrontar.

O TRABALHO, ENFIM - Esquecendo-se do honroso título de médico, André Luiz aceita a tarefa humilde de "observador" das tarefas rudes das Câmeras de Retificação, no Ministério do Auxílio. Junto com Tobias e Narcisa, ouve esclarecimentos acerca das entidades ali acolhidas, ainda presas às sensações e interesses inferiores e exalando desagradáveis emanações. Mas é numa câmara anexa, onde repousam os "semi-mortos", segundo Tobias, que André inicia o seu trabalho. Após o passe, vertem essas entidades uma substância negra e tóxica pela boca, colocando-se Narcisa à tarefa de limpeza, em vão. Instintivamente André Luiz agarra-se aos petrechos de higiene e lança-se à tarefa com ardor.
Tobias e Narcisa aceitam com alegria o auxílio daquele que esquecia a medicina para iniciar a educação de si mesmo, na enfermagem rudimentar.

ENCONTROS- Em tarefa, André Luiz encontra velho conhecido de seu pai, e que ele, um dia, como negociante inflexível, despojou de todos os bens. Constrangido, não sabe o que dizer, e se afasta. Mas, incentivado por Narcisa, retorna até Silveira, o ofendido de outrora, e pede-lhe desculpas sinceras. Silveira diz-lhe que "o velho", como chama carinhosamente o pai de André Luiz, foi seu verdadeiro instrutor no mundo, pois ensinou-lhe os valores imperecíveis do espírito.
Mas tarde, sentindo-se atraído para a ala feminina das Câmaras de Retificação, é até lá conduzido por Narcisa, Entre muitos rostos, reconhece Elisa, a jovem empregada de sua casa e com quem se relacionou levianamente no passado, hoje, cega e infeliz.
Assusta-se ao saber do ódio da jovem, por ele e por seus pais e reconhece o profundo mal que lhe causou um dia.
Elisa, porém, está igualmente transformada. Quer esquecer, perdoar. E André quer auxiliar. Sem se fazer conhecer, recebe Elisa como irmã do coração, prometendo ampará-la de todos os modos, trabalhando por sua felicidade e recuperação.
Elisa chora e abençoa André. Este, também em lágrimas, ouve Narcisa dizer: "bem aventurados os devedores em condições de pagar."

RETORNANDO A CASA - Sentindo-se qual criança, na companhia dos Mentores que lhe patrocinaram o regresso à casa, não contém em si a alegria e o júbilo de retornar aos seus. Adentra a antiga morada, estranhando a decoração e dando por falta de detalhes, como um gracioso retrato da família que adornava a entrada, embelezando-a singularmente. Ainda assim, feliz e exultante, corre ao encontro de Zélia, sua amada esposa, gritando-lhe sua saudade e seu amor, mas ela não o ouve. Desapontado, abraça-se à ela, mas em vão: Zélia parece completamente indiferente ao seu carinho e ao seu abraço.
Então, ouvindo-a conversar com alguém, descobre-lhe o segundo casamento: "Mas doutor, salve-o, por caridade! Peço-lhe! Oh, não suportaria uma segunda viuvez."
André Luiz descreve assim sua decepção e seu sofrimento: "Um corisco não me fulminaria com tamanha violência. Outro homem se apossara de meu lar. A esposa me esquecera. A casa não mais me pertencia. Valia a pena ter esperado tanto para colher semelhantes desilusões?"
E prossegue, recordando os duros momentos de sua volta ao lar terreno: "Corri ao meu quarto, verificando que outro mobiliário existia na alcova espaçosa. No leito estava um homem de idade madura, evidenciando melindroso estado de saúde... De pronto, tive ímpetos de odiar o intruso com todas as forças, mas já não era eu o mesmo homem de outros tempos... Assentei-me decepcionado e acabrunhado, vendo Zélia entrar no aposento e dele sair, acariciando o enfermo com a ternura que me coubera noutros tempos... Minha casa pareceu-me, então, um patrimônio que os ladrões e os vermes haviam transformado. Nem haveres, nem títulos, nem afetos! Somente uma filha ali estava de sentinela ao meu velho e sincero amor."
À tardinha do dia seguinte, André recebe a visita de Clarêncio, que, percebendo seu abatimento, lhe diz: "Compreendo suas mágoas e rejubilo-me pela ótima oportunidade deste testemunho... Apenas não posso esquecer que aquela recomendação de Jesus para que amemos a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a nós mesmos, opera sempre, quando seguida, verdadeiros milagres de felicidade e compreensão, em nossos caminhos."
André pondera o alcance das palavras de Clarêncio e, sentindo-se realmente renovado, um outro homem, a quem o Senhor havia chamado aos ensinamentos do amor, da fraternidade e do perdão, reflete com mais serenidade: "Afinal de contas, por que condenar o procedimento de Zélia? E se fosse eu o viúvo na Terra? Teria, acaso, suportado a prolongada solidão? Não teria recorrido a mil pretextos para justificar novo consórcio? E o pobre enfermo? Por que odiá-lo? Não era também meu irmão na Casa de Nosso Pai? Precisava era, pois, lutar contra o egoísmo feroz..."
De imediato, procura auxiliar a Ernesto, o novo esposo de Zélia, mas sente-se enfraquecido, debilitado, compreendendo então o valor do amor e da amizade, alimentos confortadores absorvidos em Nosso Lar.
Em prece, clama o auxílio de Narcisa, sua grande amiga das Câmaras de Retificação. Juntos dirigem-se à Natureza exuberante, dali retirando os elementos curativos à enfermidade do doente.

CIDADÃO DE "NOSSO LAR" - Recuperado o enfermo, e restituindo a alegria à antiga morada, André Luiz retorna a Nosso Lar, sentindo-se jubiloso e renovado. Mas ao chegar, imensa surpresa o aguarda: Clarêncio, em companhia de dezenas de amigos, vêm ao seu encontro, saudando-o, generosos e acolhedores. O bondoso velhinho se adianta,e, estendendo-lhe a mão, diz, comovido:
"Até hoje, André, você era meu pupilo na cidade; mas, dorovante, em nome da Governadoria, declaro-o cidadão de Nosso Lar."

32 comentários:

Ana disse...

Onde é o grupo de vocês?

Laísa disse...

Oi Ana, ficamos em Salvador - Bahia!

blog dos internautas disse...

ola gostaria de algumas informaçoes que pudessem me ajudar,meu pai veio a desencarnar no dia 06/01/2003 foi encontrado morto em casa pelo meu irmao...no mesxmo dia ele passou mal durante a manha e disse-me que estava bem apos ter tomado um banho?as noite foi encontrado morto a minha duvida e a seguinte/ poderia ter sido evitado?tenho um certo remorso ate os dias de hoje em relaçao a este fato pois ele se encontrava sozinho em casa como podssso saber se ele precisou de ajuda? e nao tinha ng para auxilia-lo...como poderia saber noticias do meu amado pai? por favor me ajudem!!!!!

Laísa disse...

Olá Amigo Internauta,

É sempre muito difícil para nós que permanecemos ainda na caminhada terrestre aceitar a partida de alguém querido, principalmente quando se trata de nossos pais.
Mas vamos concordar que pra tudo que nos arrependemos, ou pra tudo que não acontece como queremos, achamos que poderiamos ter feito de uma maneira diferente!
Não coloque sua energia neste tipo de pensamento. Fazemos o melhor que pudemos sempre, e se não fizemos foi porque na hora não deu pra fazer, seja lá por que motivo foi.
Seu pai, e todos nós, temos a nossa estrada, a nossa caminhada. Por mais que nossos pais e filhos e amigos gostem de nós, e nós deles, vamos todos passar por momentos que são de aprendizado único e exclusivo do nosso Espírito.
Não alimente remorso, não alimente culpa. Seu pai está vivo em um outro plano, de uma outra forma e capta as vibrações que você emana, então... que tal mudar esses pensamentos? Transmita paz, amor, serenidade... nada de remorso, culpa ou arrependimento.
Seu pai teve ajuda sim. Sempre estamos sendo ajudados, principalmente em momentos decisivos para o nosso espírito, como no nascimento e no desencarne.

Muita Paz!
Vibre Alegria.

Plugadão da Muca disse...

ha dois anos minha mae faleceu,queria muito sonhar com ela e nao consigo,queria saber se ela ja veio me visitar,choro todos os dias a sua partida.ela partio no dia 07/11/2007

Anônimo disse...

gostaria de ajuda, pois tanto minha mae, quanto minha filha julia beatriz de 4 anos ve vultos em minha casa e minha mae ja chegou a ver uma pessoa que parecia real e lhe sorria, gostaria de ajuda.

Laísa disse...

Olá!
Anônimo, seria interessante você levar sua filha para um Centro Espírita onde tivesse Evangelização Infantil, assim ela entenderá melhor o que acontece e não ficará assustada.

Abraços

Anônimo disse...

nossa lendo essa sinopse, penso qe em quantos momentos da vida perdemos por puro egoismo.eu nao sou espirita, as vezes nao entendo essa religiao, mas hoje estou me dedicando mais a entender, pois o sofrimente de perder um irmao jovem me fez ver a vida de outra forma.

Anônimo disse...

Olá perdi meus pais em um curto espaço de tempo, meu pai faleceu em maio de 2008 e minha mãe em seu aniversário em agosto de 2008. Me sinto muito culpada pela partida de minha mãe, porque não percebi a gravidade do que lhe tinha acontecido, achei que era apenas um desmaio por isso não a socorri logo e o mesmo aconteceu com meu pai que passou mal perto de mim e eu não percebi. Choro todos os dias por remorso e muitas saudades, hoje me sinto muito só. Tenho muito medo de eles não estarem bem, dizem que meu pai veio buscar minha mãe, ela mesmo disse isso alguns dias antes de morrer. Gostaria de saber como faço para que eles fiquem bem e como posso pedir para ao menos sonhar com eles?

Laísa disse...

Oi Anônimo,
Pode parecer clichê o que vou dizer, mas é a mais pura verdade: A vida tem caminhos que "parecem" que independem da nossa vontade. Entendo seu sentimento, mas acho que agora você deve buscar crescer com a experiência e não mergulhar na culpa. Você agiu como entendeu ser o correto no momento.Pronto.
A oração é a melhor forma de acolher seus pais nesse momento. Envie sentimentos de amor, equilíbrio e deixe a vida seguir.
Paz no coração!

Anônimo disse...

Olá , gostaria de orientação ...após mudar de residencia ,passei a sentir presenças de algo que não sei explicar em somente um dos corredores da casa nova. Essa sensação se dá apenas na parte da noite. E além disso , passei a não conseguir dormir mais com as luzes apagadas ...sinto mto medo. Tudo se deu após a mudança. Fui em uma pessoa que é espirita e ela me disse que tenho poder da cura com as mãos...e que um dia sentiria a necessidade de buscar e entender sobre isso ... tb passei a pensar, em todos os momentos sobre coisas negativas e ruins.Não sei se isto tem a ver com parte espiritual , mas gostaria que me orientassem sobre o que fazer .
Att.
Renata

Anônimo disse...

Laísa minha mãe assistiu o filme nosso lar e ficou muito desiludida !!Como posso ajudála até porque perdeu uma filha ha 5 anos e tinha esperanças. Muita Luz
Lu Cutiriba pr

Anônimo disse...

Antes de ver esse filme, eu tinha muita indignação. pois meu pai morreu, (já vai fazer 5 anos).ele tinha lá os seus defeitos, todos nós temos, n somos perfeitos. Mas ele era uma pessoa boa, do tipo que se vc precisasse de dinheiro para comprar comida ou remedio ele tirava do bolso dele.(podia até fazer falta p ele) mas ele dava para a pessoa.Após a morte dele, eu e minha mãe soubemos que muitos dos nossos parentes, (parte da minha mãe) queriam passar a perna no meu pai.Quando o homem da casa morre, tudo muda, é o que aconteçeu. os parentes ficam com certos abusos com minha mãe que eu fico indignado.Pessoa que se diz cristã que tem Deus no coração, acobertar golpe que a filha dela deu em minha mãe.Sei lá! eu n acho justo. meu pai era uma pessoa boa e se foi, enquanto que essa corja de pessoas ainda estão aki, pq n estão lá no umbral pagando pelo que fizeram?Até mesmo minha avó (mãe de meu pai) é uma pessoa que n presta. apos a morte dele. ela um dia, numa discussão com minha mãe disse: Tomara que aquele homem que morreu, (nota filho dela, e ela se referir a ele assim)? ajude vc a achar uma casa e sair daki.Minha avó nunca gostou do proprio filho, uma pessoa que fala p filho de 17 anos assim: "se eu soubesse que ter filho era assim, eu nunca teria tido vc" (ela disse isso p meu pai quando ele tinha essa idade. meu pai morreu com 63 anos. ele só foi revelar isso para a gente, dois anos antes de ele morrer.Agora vcs imaginem uma pessoa guardar isso por toda a vida... Minha avó fez 90 anos nesse mês. e meu pai n está aki. eu acho injusto, quem deveria ter ido era ela. ela deveria estar ardendo no umbral.Depois de eu ver o filme, eu agora sei que ele está bem, pois ele mandou mensagem em sonho para minha noiva, ela NUNCA viu ele na vida. ele no sonho disse que eu amava muito ela, e que eu e minha mãe precisaríamos da ajuda dela.3 meses depois eu passei mal, quebrei meu pulso e realmente precisei da ajuda dela. amo muito ela.Eu só queria entender o PQ essas pessoas que fazem o mal ainda continuam aki na terra..

Marcos Lopes

Anônimo disse...

Olá
Gostaria de uma orientação pois há pouco mais de 1 mês perdi um irmaõ de 19 anos que morreu assasinado com um tiro desde de então eu e minha irmã sonhamos com ele algumas vezes e nas muitas vezes ele sorri e diz que está bem
gostaria de saber se existe a possibilidade de ele nos mostrar quem o matou pois até agora ninguem sabe , minha mãe sofre muito e sempre q quer chorar sente a presença dele dizendo que está bem !
É possivél que esse seja algum tipo de contato ?
Como faço para saber mais sobre o assunto ?

GEAL - Grupo de Estudos André Luiz disse...

Ola amigos,
A perda de pessoas amadas sempre e dolorosa para nos que ficamos. Cada espirito tem sua historia e nao cabe a nenhum de nos o julgamento do bem e do mal, por mais batido que seja isso, e a verdade.
Recomendamos a todos a leitura do Evangelho Segundo Espiritismo, bem como a pratica de fazer o Evangelho no lar.
Paz e bons sentimentos a todos!

Anônimo disse...

Olá Marcos Lopes, lendo seu relato me identifiquei em várias situações que escreveste.
Tem poucos meses que iniciei meus estudos na doutrina espírita.
Hoje, analisando algumas situações da minha vida, me permito alguns comentários que podem ir ao encontro do que estas passando.
Penso que o plano em que vivemos não seria um lugar para os bons ou, tão pouco, para os ruins. Entendo que aqui estamos para nos preparar para algumas provas e para corrigir nossos erros.
Sei que é muito complicado não levar para o lado pessoal as agressões sofridas pelos seus entes amados. Mas desejar o pior para os que as fazem também não é nada louvável.
Devemos ter sempre em mente que a vida é bem mais longa que esta passagem na terra, porém, este curto tempo em que passamos aqui deve ser de máximo proveito para aprendermos e melhorarmos.
Tu és um cara de sorte pelo que posso ver, tens na tua vida uma pessoa que te ama e que pode te ajudar muito nessa passagem. Não deixe que as pessoas tragam para a sua vida energias negativas e pensamentos inferiores.
Algumas pessoas, por vezes, estão tão perdidas que se tornam alvo fácil para influências negativas deste e de outros planos.
Existem momentos que nossos piores agressores estão na verdade nos dando as melhores lições.
Não quero, com isso, passar uma ideia de sermos submissos ou caridosos aos que nos fazem mal, mas acho que podes tirar melhor proveito das lembranças e ensinamentos do seu pai e convivência com sua noiva e sua mãe.
Não sei se consegui te passar a ideia clara de como entendo algumas coisas agora, mas torso para que pautes tua vida no amor que sentes pelos seus próximos do que pela amargura que te provoca a energia dos ruins.
Um grande abraço
Cassiano

Anônimo disse...

Meu amigo Cassiano:

Eu entendo o que vc quer dizer, que n devemos ser como as pessoas que fazem o mal para a gente mas isso revolta, vc ver as pessoas que vc pensava serem suas amigas, PARENTES seus, te fazendo sacanagem pq o chefe da família morreu? Eu n acho isso certo não.
Eu não gosto de injustiça, Quantas vezes eu já vi minha mãe, uma senhora de 62 anos, chorando por causa das gracinhas que fazem com ela. A última agora, foi essa: minha mãe como já disse, mora sozinha, foi expulsa de casa pela minha avó.
Não sei se alguns de vcs tem essa mania de falar sozinho, com vc mesmo. Pois minha mãe é assim; ela estava pensando num problema que estava tendo, e falou: mas que mer... Nisso uma vizinha que mora ao lado dela. estava perto dela, (minha mãe estava na casa dela). Minha mãe viu que a fulana ficou com uma cara estranha. depois pegou uma faca de cozinha e ficou fazendo gesto para ela. e disse: olha que eu te corto o bucho heim? Quando minha mãe me contou isso, eu fiquei bobo, a fulana, (nome dela é Maria) que estava com braço quebrado, minha mãe foi na casa dela p ajudar ela a lavar a roupa dela, pois ela tinha acabado de operar e n podia pegar peso.
Agora vc entende um dos motivos de minha revolta? como vc acha que eu devo ficar, sabendo que tem uma maluca que mora perto da minha mãe. Maluca sim, pois minha mãe me contou que um dia essa tal Maria tava andando na rua, ai um senhor esbarrou no braço dela, esbarrou mas nem chegou a machucar, só tocou. A fulana criou um caso danado com o cara, (isso no meio da rua) e disse p homem que ela poderia levar ele pra cadeia!
O homem já sem paciencia, disse p ela que pode levar, mas antes ela teria que falar com o advogado dele primeiro... Só assim que ela parou. Resumindo: ela se faz de louca, ou é louca.
Agora como vc acha que eu me senti quando minha mãe me contou o lançe da faca? que essa fulana fez pra ela? (minha mãe até chorou, chorou pois ela disse que isso é falta do homem da casa). A minha vontade foi de eu ir "conversar" com essa senhora, mas minha mãe n deixou. pois ela disse que ela é que mora lá, e que ia ficar ruim p ela. Minha mãe pretende ir embora de lá, mas tá dificil arranjar uma casa, pois ela vê que os vizinhos se metem muito na vida dela. Até perguntar se eu e minha noiva quando fomos lá visitar ela, perguntou se a gente dormiu lá, a dona da casa perguntou para minha mãe. isso é falta do que fazer...
Eu posso aqui enumerar as pessoas que fizeram sacanagem com minha mãe n tenho medo. Eu quero é a justiça de DEUS para essas pessoas.
Meu pai, que DEUS o tenha em bom lugar lá na cidade. Sei que ele pensa o mesmo que eu. Se ele estivesse aqui, e eu lá, ele sentiria o mesmo que eu estou sentindo agora. DEUS botou minha noiva na minha vida, ela gosta de mim, e os filhos dela também gostam de mim. É o amor que sinto por minha noiva que me dá força, já nos separamos, mas o que sentimos foi mais forte, 3 meses depois voltamos. Eu a amo muito, assim como o Dr André Luiz, eu também tive meus erros, mas eu a amo muito, só quero viver minha vida sem preocupação, sem dor de cabeça. Acho que paz mesmo é só lá na cidade mesmo né? rs.
Uma duvida: um vizinho meu aqui, se matou, morreu enforcado dentro de casa. Eu já li em no livro dos espiritos de allan kardeck que os suicidas vão para um vale. Seria então o umbral? Mas eu tamb já li, (agora esqueci aonde li isso) que quem morre antes da hora, permaneçe aqui na terra até completar o tempo que estaria aqui vivo. Só depois disso é que vai para o outro lado. isso é verdade?

MARCOS LOPES

Anônimo disse...

Opa Marcos, tudo bem?
Pois então meu amigo, também tenho várias dúvidas como a tua. No momento estou até procurando um centro que eu me afine, justamente para suprir diversas dúvidas como algumas que colocastes.
Mas meu amigo, o que posso te falar, e é a forma como entendo no momento, é que estamos aqui na crosta para provas e expiações.
Por vezes não entendemos como podemos ser injustiçados, ou até como podem existir pessoas tão desfavorecidas.
Entendo que por vezes estamos sendo testados para desafios vindouros ou, por que não, passando por alguma expiação.
Nossas tarefas aqui na terra não claras para nós mas certamente seguem o planejamento da providência divida.
Vejo que a angustia te consome, mas tente orar, peça auxílio para sua mãe para que possa suportar essa provas.
Forte abraço
Cassiano

Anônimo disse...

Amigo Cassiano

Obrigado pelas palavras, se para mim que sou filho, e estou "de fora" assistindo isso. imagina minha mãe. a última agora foi essa: eu e minha mãe fomos sair, fomos comprar ventilador que estava em promoção numa loja. Como eu já disse anteriormente, ela mora em um bairro e eu em outro. o taxi me deixou na ilha do fundão, e levou ela p casa. quando ela chega em casa e bota o pé no quarto ela escorrega e cai no chão, foi ver o quarto tava todo cheio de agua, caiu chuva aki no RJ sim, mas lá no quarto dela n tem como entrar agua, (o pé dela ficou todo dentro d'agua) ela só foi me contar isso, quando eu fui lá na casa dela com minha noiva. fiquei revoltado quando ela me disse que a tal vizinha maria, disse para ela: para de chorar, de ficar fazendo ceninha! (minha mãe estava chorando de raiva) ela deu um esporro nessa tal vizinha. Eu e minha noiva ficamos revoltados com isso.

MARCOS LOPES

Anônimo disse...

Esqueci isso...

A desconfiança dela, é que foi o neto dessa dona da casa que botou uma mangueira de agua na janela do quarto dela, ai molhou TUDO, roupa, moveis o que vc puder imaginar molhou.

Eu posso botar meu MSN aki para contato com vcs? abraço!

MARCOS LOPES

leenath2003 disse...

É verdade que em Nosso Lar existem 8 níveis de evolução espiritual? Ou seja, cada espírito no nível correspondente à sua evolução?
Por favor, preciso saber disso para fins de cnhecimento pessoal e algumas confirmações de experiência mediúnica, tendo em vista que já o livro e não ví menção de "níveis" e sim de Ministérios.
Meu e-mail de contato é: alexsilporto@yahoo.com.br
O msn é: alexsilporto@hotmail.com
Aguardarei contato.
Obrigado e que Jesus nos abençoe!

leenath2003 disse...

É verdade que em Nosso Lar existem 8 níveis de evolução espiritual? Ou seja, cada espírito no nível correspondente à sua evolução?
Por favor, preciso saber disso para fins de cnhecimento pessoal e algumas confirmações de experiência mediúnica, tendo em vista que já o livro e não ví menção de "níveis" e sim de Ministérios.
Meu e-mail de contato é: alexsilporto@yahoo.com.br
O msn é: alexsilporto@hotmail.com
Aguardarei contato.
Obrigado e que Jesus nos abençoe!

orkult disse...

OLA!Gostaria de saber a respeito da minha mãe ela faleceu dia 26/06/11,ela foi dormir com minha avó e então até hoje ela não acordou,ela não estava doente, estava feliz foi muito rapido até hoje não acreditamos no que aconteceu, gostaria de saber se ela sofreu muito antes de partir e se ela esta bem.Desde ja fico grata gostaria muito de receber noticias da minha amada e querida mãe, por favor me ajudem!!! que Deus vos abençõe muito!!!

Anônimo disse...

ola gostaria de saber se tem um geito de sabermos como esta as pessoas que amamos que faleceram, recentemente uma amiga minha morreu em um acidente de moto,passados 24 dias minha vó morreu e apoós 3 meses da morte da minha vó morreu minha tia, desde estas mortes comecei a pensar muito sobre espiritismo, se é verdade ou não.Mas tenho muita vontade de conversar com elas novamente, vê como elas estão,queria ver a minha amiga ela era muito jovem e morreu de uma forma muito triste,ainda não consigo acreditar que elas se foram e que não tem um geito de ve-las, conversar com elas novemete, dar um abraço apertado, a saudade é grande demais, por favor me ajude.

cosmira santos disse...

gostei muito do livro nosso lar,e do filme tambem.

cosmira santos disse...

qostaria de ter mais informação.
sobre espiritualidade".

Anônimo disse...

Bom dia a todos.
O meu pai faleceu a uns 8 anos atras. Neste final de semana fui a uma vidente e ela me disse que tinha um senhor ao seu lado que morrera por problemas no pulmao. Disse que era o meu pai. "Ele dizia para essa senhora que eu o desculpasse varias vezes e o perdoasse e que estava muito orgulhoso de mim.Disse a sra que ja tinha o perdoado ha muitos anos atras soh que como foi tudo derepente nao o perguntei mais nada. Ele morrerra de cancer no pulmao. Fiquei sabendo hoje que ele foi um suicidal e que estah no Umbral. Como faco para tentar fazer com que tenha contato novamente com ele e saber mais como ele estah? Como ajuda-lo mais sabendo que ele esta no Umbral?
Por favor me de informacoes que como agir. Muito obrigada, Maria Barbosa maob@telfort.nl

Anônimo disse...

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Anônimo disse...

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Anônimo disse...

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Val Bigazzi disse...

É sempre bom estudar as obras de André Luiz!

Val Bigazzi disse...

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